Evolución de las correcciones automatizadas en ELE: Análisis de Claude Sonnet 3.7 y 4.0 como evaluadores

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URI: http://hdl.handle.net/10498/39870
DOI: 10.25267/Tavira.2025.i30.1104
ISSN: 2792-9035
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Evolution of automated feedback in SFL: Analysis of Claude Sonnet 3.7 and 4.0 as evaluators
Author/s
Brosa-Rodríguez, AntoniDate
2025-12Source
Tavira. Revista Electrónica de Formación de Profesorado en Comunicación Lingüística y Literaria - 2025, n. 30 pp. 1-21Abstract
Esta investigación analiza la evolución de las capacidades de retroalimentación entre
la inteligencia artificial específica para diferentes modelos de lenguaje Claude Sonnet en sus
versiones 3.7 y 4.0 como herramientas de corrección para textos de estudiantes de español
como lengua extranjera. Mediante análisis comparativo cualitativo de 15 textos del corpus
CEDEL2, el estudio evalúa diferentes ítems: precisión en detección de errores, claridad
explicativa, adecuación pedagógica y problemas detectados. Claude 4.0 incrementa la detección
de errores en 17% (189 vs 161) y desarrolla mayor sofisticación en adaptación por niveles,
concentrándose en errores fundamentales para principiantes mientras proporciona análisis
exhaustivos para estudiantes avanzados. La versión más reciente introduce mejoras en
organización estructural mediante formato tripartito "error → corrección → explicación". Sin
embargo, presenta retrocesos pedagógicos preocupantes: elimina actividades complementarias
características de Claude 3.7, degrada la retroalimentación motivacional a comentarios
genéricos en tercera persona, y mantiene sesgos hacia variedades peninsulares e
hipercorrección. Más problemáticas resultan las interferencias interlingüísticas que generan
propuestas en español e inglés, generando un spanglish inadecuado. El análisis confirma que
ninguna versión puede funcionar autónomamente sin mediación docente, estableciendo su rol
óptimo como herramientas complementarias con supervisión pedagógica activa. Los hallazgos
evidencian que la evolución tecnológica en inteligencia artificial educativa no constituye mejora
lineal, revelando intercambios complejos entre sofisticación técnica y adecuación pedagógica. This research analyses the evolution of feedback capabilities between specific artificial
intelligence for different Claude Sonnet language models in versions 3.7 and 4.0 as correction
tools for texts written by students of Spanish as a foreign language. Through a qualitative
comparative analysis of 15 texts from the CEDEL2 corpus, the study evaluates different items:
accuracy in error detection, explanatory clarity, pedagogical appropriateness, and problems detected. Claude 4.0 increases error detection by 17% (189 vs 161) and develops greater
sophistication in level adaptation, focusing on fundamental errors for beginners while providing
comprehensive analysis for advanced students. The latest version introduces improvements in
structural organisation through a tripartite format: ‘error → correction → explanation’.
However, it presents worrying pedagogical setbacks: it eliminates complementary activities
characteristic of Claude 3.7, degrades motivational feedback to generic third-person comments,
and maintains biases towards peninsular varieties and hypercorrection. More problematic are
the interlinguistic interferences generated by proposals in Spanish and English, resulting in
inappropriate Spanglish. The analysis confirms that neither version can function autonomously
without teacher mediation, establishing their optimal role as complementary tools with active
pedagogical supervision. The findings show that technological evolution in educational AI does
not constitute linear improvement, revealing complex exchanges between technical
sophistication and pedagogical adequacy. Esta investigação analisa a evolução das capacidades de retroalimentação entre a
inteligência artificial específica para diferentes modelos de linguagem Claude Sonnet nas suas
versões 3.7 e 4.0 como ferramentas de correção para textos de estudantes de espanhol como
língua estrangeira. Por meio de uma análise comparativa qualitativa de 15 textos do corpus
CEDEL2, o estudo avalia diferentes itens: precisão na deteção de erros, clareza explicativa,
adequação pedagógica e problemas detetados. O Claude 4.0 aumenta a deteção de erros em
17% (189 vs 161) e desenvolve maior sofisticação na adaptação por níveis, concentrando-se em
erros fundamentais para iniciantes, ao mesmo tempo que fornece análises exaustivas para
estudantes avançados. A versão mais recente introduz melhorias na organização estrutural por
meio do formato tripartido “erro → correção → explicação”. No entanto, apresenta retrocessos
pedagógicos preocupantes: elimina atividades complementares características do Claude 3.7,
degrada o feedback motivacional a comentários genéricos na terceira pessoa e mantém vieses
em relação às variedades peninsulares e à hipercorreção. Mais problemáticas são as
interferências interlinguísticas que geram propostas em espanhol e inglês, criando um spanglish
inadequado. A análise confirma que nenhuma versão pode funcionar de forma autónoma sem
a mediação do professor, estabelecendo o seu papel ideal como ferramentas complementares
com supervisão pedagógica ativa. As conclusões evidenciam que a evolução tecnológica na IA
educativa não constitui uma melhoria linear, revelando interações complexas entre sofisticação
técnica e adequação pedagógica.
Subjects
Enseñanza de idiomas; Tecnología educativa; Inteligencia artificial; Aprendizaje asistido por computadora; Language teaching; Educational technology; Artificial intelligence; Computerassisted learning; Ensino de idiomas; Inteligência artificial; Aprendizagem assistida por computadorCollections
- Tavira nº 30 (2025) [13]





